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Otto e Heitor by Tiago Valadão http://www.ottoeheitor.com/


O Mal da Cidade Santa



Você já se imaginou como Sansão, Maria ou Jesus? Pois tem quem acredite ser um personagem bíblico. São pessoas que sofrem de um transtorno mental chamado síndrome de Jerusalém.

 

Introdução

Você está em um passeio turístico pela cidade de Jerusalém, e um amigo seu começa a agir de modo estranho. No começo você pensa que ele está apenas cansado e atordoado com a mudança de fuso horário (em inglês), mas quando ele começar a se contorcer na cama proclamando ser João Batista, você percebe que alguma coisa está errada. Seu amigo está com a chamada síndrome de Jerusalém.


 

 

Um soldado israelense rezando no muroorienteal.
MENAHEM KAHANA/AFP/Getty Images
Um soldado israelense rezando no muro ocientalVeja imagens da síndrome (em inglês)

 

Jerusalém é um lugar importante para muitas pessoas, principalmente os seguidores de três das principais religiões existentes no mundo: cristianismo, judaísmo e islamismo. Jerusalém é a Cidade Santa, e peregrinos vêm a ela todos os anos, a fim de se aproximar mais dos fundamentos de sua fé. Para os judeus, toda a cidade é Santa, especialmente a Muralha Ocidental (mais conhecida como Muro das Lamentações), que é tudo o restou do Grande Templo destruído pelos romanos. Os muçulmanos vêm até a Cúpula da Rocha (ou Mesquita de Omar), um santuário que é o terceiro local mais sagrado para a fé islâmica. Cristãos fazem peregrinações à igreja do Santo Sepulcro, que marca o ponto onde Jesus foi crucificado e morto, e a Via Dolorosa, caminho que Jesus percorreu, carregando sua cruz.

Jerusalém também é uma cidade política, disputada por várias religiões e facções culturais. Portanto, nesse ambiente arcaico, enriquecido por uma bela e dolorosa história, talvez não seja surpresa que aqueles que procuram por alguma motivação encontrem mais coisas do que realmente existam. Imagine que você é uma garota suburbana morando em uma pequena cidade do interior, criada sobre princípios bíblicos, e encontra-se exatamente no mesmo ponto onde Jesus, seu salvador, morreu. Você provavelmente deve estar desapontada – veio aqui para ver esse lugar cheio de poeira? Por outro lado, poderia reagir com alegria e reverência. Nesse momento, a proximidade com Deus é impressionante.

Mas nem todos saem se proclamando profetas. Teriam estas pessoas algum problema mental? Ou foram apenas arrebatados por uma experiência espiritual muito forte? Nesse artigo vamos explorar a síndrome de Jerusalém e examinar alguns casos reais ocorridos com pessoas que lá estiveram. Também discutiremos o que é ou não real, suas causas e como tratá-las.

 

 

Muro OrientalNormalmente as pessoas deixam pequenos papéis com inscrições nas rachaduras do Muro Oriental. Você já teve ter ouvido o Muro Oriental sendo chamado de Muro das Lamentações. O Muro das Lamentações é o nome mais popular entre os não-judeus, e algumas pessoas dizem que ele parece trazer luz às pessoas que ali fazem suas orações. O nome preferido é Muro Oriental.

 

 

Sintomas da síndrome de Jerusalém

Sansão é um personagem bíblico conhecido por sua força sobre-humana – o Hércules do Velho Testamento. Um americano de meia-idade achou que ele mesmo era Sansão. O homem forte da era moderna decidiu que parte do Muro Ocidental precisava ser movido. Ele passou muito tempo se preparando fisicamente e veio a Israel para movê-lo. Depois de uma indisposição com autoridades, ele foi levado para um hospital psiquiátrico.

Já no hospital, um dos psicanalistas inadvertidamente o avisou de que ele não era Sansão. Ele arrombou uma janela e fugiu do hospital. Uma enfermeira o encontrou no ponto de ônibus, elogiou sua força e destreza, fazendo com que ele cooperasse.

Também há o caso da Virgem Maria, ou melhor, a mulher que acha que é a própria Maria. Todos os dias ela segue para a Igreja do Santo Sepulcro, e pranteia a morte de seu filho Jesus no altar de Gólgota. Há uma outra Virgem Maria que convida a todos para a festa de aniversário de seu filho em Belém. A polícia israelense já capturou inúmeros indivíduos vestidos com peles de animais, tentando batizar pessoas, tal como João Batista.

 

Os peregrinos cristãos da Etiópia dormem do lado de fora da Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém
GALI TIBBON/AFP/Getty Images
Os peregrinos cristãos da Etiópia dormem do lado de fora da Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém

 

De acordo com o Dr.Yair Bar-El, os sintomas da Síndrome de Jerusalém são:

  • ansiedade;
  • a urgência de deixar o grupo e explorar Jerusalém sozinho ou sozinha;
  • uma obsessão por limpeza, por banhos, chuveiros, etc;
  • cobrir-se com uma túnica branca feita com lençóis de cama;
  • cantar louvores ou recitar músicas ou versos bíblicos;
  • ficar andando nos locais sagrados;
  • pregar um sermão neste mesmo local, conclamando as pessoas a uma vida melhor [fonte: Bar-El et al].

Os guias turísticos de Jerusalém observam estes dois sintomas: agitação, pessoas tensas ou que começam a se desvincular do grupo querendo seguir viagem sozinhas devem ser acompanhadas de perto. Uma vez que se encontram no estágio da túnica branca, não há nada que as faça parar.

 

Waco, Texas

Outras pessoas dizem que outro exemplo real da síndrome de Jerusalém é o que aconteceu com David Koresh, fundador da seita Herdeiros de Davi envolvido no incidente em Waco. Foi somente depois de sua viagem a Israel que Vernon Wayne Howell rebatizou a si mesmo como David Koresh, em homenagem ao Rei David da Bíblia, e começou a disseminar suas obscuras profecias sobre o Armagedon. Alguns especialistas afirmam que grupos como aseita de Koresh tendem a ser inofensivos, a menos que se sintam perseguidos. Um psiquiatra chegou a sugerir que os negociadores dessem crédito aos devaneios de Koresh, como normalmente é feito nas clínicas que tratam de problemas como o da Síndrome de Jerusalém [fonte: CrimeLibrary (em inglês)].

 

 

FONTE: HowStuffWorks Brasil                             CONTINUA...



Escrito por Pr. Heber Dias às 22h37
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Perfil da síndrome de Jerusalém

"Sansão" parecia ter as mesmas características de uma pessoaesquizofrênica (em inglês). Então, qual é o histórico padrão de uma pessoa que sofre da síndrome de Jerusalém?

A maioria das pessoas (cerca de 80%) acometidas da síndrome de Jerusalém apresentaram algum tipo de transtorno mental e/ou psicótico, fixação ou problemas de ordem pessoal [fonte: Kezwer]. Elas podem já ter histórico de algum tipo de distúrbio psicológico - "Sansão" faz parte desse grupo - ou ter algum tipo de desvio de personalidade ou fixação.

Grande parte das pessoas que formam esse grupo são judeus; outros são cristãos e alguns poucos, muçulmanos. Os habitantes locais também estão incluídos nesta estatística. Judeus com a síndrome tendem a se identificar com os personagens do Velho Testamento, Cristãos, com os do Novo Testamento. Homens se identificam com os personagens masculinos e mulheres, com os femininos.

Mas o grupo mais interessante é o de uma minoria – pessoas sem histórico de doenças mentais, que visitam Jerusalém, manifestam os sintomas da síndrome e se recuperam rapidamente. Alguns especialistas afirmam que esse grupo não existe, que alguém que não apresente algum tipo de transtorno mental adquira espontaneamente um problema desses. Mas outros discordam.

Quem é propício a ter a Síndrome de Jerusalém? Homens e mulheresrepresentam numericamente quase a mesma quantidade, com uma ligeira elevação da taxa para as pessoas do sexo masculino. A maioria delas são:

  • da América do Norte (ocasionalmente da Europa Ocidental);
  • membros de uma religião cristã protestante;
  • enquadrados numa faixa etária de 20 a 30 anos;
  • solteiros.

Estudos indicam que pessoas que contraíram a síndrome tiveram uma infância muito religiosa, mas abandonaram a religião em algum estágio de sua adolescência ou no início da vida adulta. Portanto, o que esperam ver quando vêm para Jerusalém é o retrato gravado em suas mentes quando crianças, não uma moderna e agitada cidade.

 

Cidadão israelita ao telefone
PATRICK BAZ/AFP/Getty Images
Pessoas que visitam Jerusalém normalmente esperam encontrar um local parecido como na época bíblica. Eles não esperam encontrar telefones celulares e cartazes de propagandas

 

Por qual motivo estariam os cristãos protestantes mais suscetíveis a todo esse fervor religioso? O Dr. Bar-El sugere que esses estariam mais propensos porque, diferentemente de judeus e católicos, que têm tradições, rituais e um mediador para com o Divino (tal como um sacerdote), protestantes se relacionam diretamente com Deus [fonte: Lee]. Os rituais, nesse contexto, podem amarrar a pessoa, conectá-la a Deus de um modo simbólico pela liturgia.

Por que os Estados Unidos, Canadá e Oeste Europeu? Talvez porque a religião tem um lugar incerto no modo de vida ocidental nos dias de hoje. Imagine as notícias que você ouve: de um lado, ouve-se falar de extremistas religiosos suicidas carregando bombas, prontos a detoná-las em nome de um poder superior. Por outro lado, você ouve sobre pessoas denunciando aevolução ou o que você chama de "Natal" em uma carta escolar. Parece ser algo em escala, e o nosso mundo moderno e ocidentalizado não sabe mais onde depositar sua fé. Para aqueles que cresceram devotos e alicerçados na palavra de Deus, o panorama atual não atende aos padrões bíblicos. Talvez ele (ou ela) pense que um retorno às raízes da religião traria de volta a pureza e simplicidade de outrora.

Para alguns, uma visita a Jerusalém vira o mundo de cabeça pra baixo. Mas seria essa síndrome real? 

A realidade da Síndrome de Jerusalém

É certo que muitas pessoas acometidas dessa “enfermidade” têm um histórico de problemas psiquiátricos. Para elas, a Síndrome de Jerusalém é uma extensão da sua insanidade. Se você já está mentalmente doente, a tendência é que seus pensamentos acabem se fixando num objeto específico. Poderia ser uma fixação por OVNIs, ou então teorias conspiratórias - poderia ser também por Jerusalém e o retorno à pureza. Para essas pessoas, Jerusalém passa a ser um lugar culturalmente e historicamente cheio de simbologias que podem dar vazão às suas idéias.

Podemos concluir que, nesses casos, a Síndrome de Jerusalém não pode ser considerada uma anormalidade particular – é um sintoma com uma abrangência maior. Mas o que dizer em relação às mudanças de comportamento que ocorrem com indivíduos cuja sanidade mental não é questionável?

Pessoas com a síndrome propriamente dita não agem como loucos. São ansiosos e até preocupados - e se eu for o Messias? E se eu estiver grávida do Messias? O que eu deverei fazer? - são também educados. Eles descrevem suas experiências como uma sensação de desorientação ou algo parecido com uma intoxicação. Eles não ficam alucinados (em inglês). Eles sabem quem são (eu sei que sou José Silva, mas e se José Silva for o Messias?) Eles se lembram com detalhes do que aconteceu, se envergonham e relutam em discutir o assunto. Dizem ainda que sentiram algo se abrindo dentro delas. [fonte: Bar-El].

Especialistas na Síndrome de Jerusalém acreditam que isso não passa de uma psicose (em inglês). Dizem ser uma reação ao local ou algo mais enraizado dentro de si mesmo.

Eliezer Witztum, professor de psiquiatria, descreveu esse grupo de pessoas como peregrinos ao invés de turistas. Pessoas em férias deixam tudo para trás, movendo-se do centro de suas próprias vidas para um local distante, tanto fisicamente como emocionalmente. Quando estamos viajando, queremos esquecer de tudo o que nos amarra. Peregrinos viajam para o centro de seu mundo, mergulham de cabeça, ao invés de deixá-lo de lado. É esta proximidade com o objetivo central de suas vidas, essa busca profunda de significado, que leva essas pessoas a uma experiência difícil de ser suportada. É simplesmente demais para elas [fonte: Lee].

 

Os peregrinos carregam folhas de palmeiras durante a procissão de Domingo de Palmas que vai desde o Monte das Oliveiras até a antiga cidade de Jerusalém
GALI TIBBON/AFP/Getty Images
Os peregrinos carregam folhas de palmeiras durante a procissão de Domingo de Palmas 

 

É Jerusalém a causa dessas ilusões? Na verdade não. Pode-se dizer que a cidade é um catalisador para reações intensas em pessoas predispostas a elas devido a sua formação religiosa.

É claro que alguns médicos acham que a idéia de classificar clinicamente a Síndrome de Jerusalém como uma doença clínica não faz o menor sentido. Realmente, não há bons estudos que a comprovem com uma síndrome. Pessoas supostamente acometidas pelo problema relutam em fornecer detalhes sobre o assunto e preferem seguir com suas vidas como se nada tivesse acontecido. 

FONTE: HowStuffWorks Brasil                             CONTINUA...



Escrito por Pr. Heber Dias às 22h33
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Tratamentos para a Síndrome de Jerusalém

Quando indivíduos começam a demonstrar sinais da síndrome, autoridades sabem que precisam levá-las para Kfar Shaul, um hospital psiquiátrico. Os médicos não podem dizer ao "rei Davi" que ele não é o rei Davi - pois isso não anula de forma alguma a visão que o paciente tem de si mesmo e de sua missão. Os médicos, às vezes, fazem uso de medicamentos leves e tranqüilizantes para tentar amenizar o problema.

A melhor forma de ajuda, segundo os médicos de Kfar Shaul, é remover os pacientes da cidade e levá-los até suas famílias. Uma vez que estiverem com a sua família e fora daquele ambiente, voltam ao normal. Retomam ao seu ritmo de vida normalmente, e nenhum traço de debilidade mental permanece. Todo o processo dura em torno de cinco a sete dias. Depois disso, é como se nada tivesse acontecido.

Muitas pessoas que adquirem a Síndrome de Jerusalém não são tratadas. Em um ano, entre 100 turistas que dão entrada no Kfar Shaul, apenas 40 são submetidos a uma avaliação médica mais criteriosa.

 

Palestinos recebem doces na mesquita de al-Aqsa em Jerusalém
KHALED DESOUKI/AFP/Getty Images
Palestinos recebem doces na mesquita de al-Aqsa em Jerusalém durante as celebrações do final do período do mês do jejum sagrado. Um turista que já teve Síndrome de Jerusalém tentou incendiar a mesquita.

 

Por causa de pessoas como David Koresh e Michael Rohan – um turista cristão que dizia ter sido acometido pela Síndrome de Jerusalém e que tentou incendiar a mesquita de al-Aksa – as autoridades israelenses começaram a levar o assunto mais a sério. Antes do ano 2000, médicos e autoridades israelenses e até mesmo o FBI demonstravam preocupação com o nível de violência que poderia atingir a cidade santa. Eles temiam queseitas apocalipticas e líderes carismáticos cometessem atos terroristas a fim de iniciar o Armagedom - além de impressionar os turistas. Felizmente, não houve nada parecido em pacientes admitidos no hospital psiquiátrico de Kfar Shaul com sintomas da Síndrome de Jerusalém.

 

Síndrome de Stendhal
Florença, na Itália, é o berço de algumas das mais belas manifestações de arte e arquitetura. E para alguns, a presença de tanta genialidade é demais. Diante de uma beleza de tirar o fôlego, algumas pessoas acabam ficando tontas e confusas. As pessoas com estes sintomas reclamavam de depressão (em inglês) e perda de identidade. A Síndrome de Stendhal é assim chamada devido a um escritor que permaneceu hospitalizado um mês depois de manifestar estes sintomas em Santa Croce. A síndrome atinge somente turistas - os moradores locais parecem estar imunes.

 

 

 

FONTE: HowStuffWorks Brasil



Escrito por Pr. Heber Dias às 22h24
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Igreja Luterana elege bispa lésbica


Estocolmo - Adversários da pastora luterana Eva Brunne, 55 anos, recém eleita bispa de Estocolmo, apresentaram seis recursos para invalidar a eleição. Ela é lésbica e dobrou seu adversário, o pastor Hans Ulvebrand, por 412 votos a 365.

“As polêmicas eram previsíveis”, declarou Eva à repórter Anais Ginori, do jornal La Repubblica. A bispa tem uma companheira, Gunilla Linden, que há três anos deu à luz ao filho delas. “Gunilla é pastora como eu, e acho que isso facilita a nossa relação”, disse a bispa.

Depois da eleição, a bispa de Estocolmo concedeu entrevistas à revista gay mais conhecida da Suécia, a “QX”, e à revista francesa “Tetu”, do mesmo gênero.

No outono europeu, o Sínodo da Igreja Luterana da Suécia vai se pronunciar a respeito de celebração de casamentos a pessoas do mesmo sexo.

Na Suécia, o sacerdócio feminino foi autorizado no final dos anos 50, mas somente em 1971, a pastora Margit Sahlin assumiu uma paróquia. Mas segundo pesquisa, as pastoras ganham cerca de 400 euros a menos do que seus colegas homens. Dos 14 bispos da igreja 12 são homens.

Fonte: ALC/NC



Escrito por Pr. Heber Dias às 12h30
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Fausto cobra na Justiça R$ 1 mi da Universal do Reino de Deus


O ex-deputado Fausto Oliveira (PRB) está cobrando R$ 1 milhão da Igreja Universal do Reino de Deus (IURB), ação que está tramitando na Justiça Trabalhista. Segundo ele, “durante mais de 20 anos servi a igreja e, agora, estou buscando os meus direitos”, afirmou.

Fausto, que é suplente de deputado estadual, interpôs também uma ação civil contra integrantes da Universal, cuja igreja acabou expulso por causa de um vídeo que apareceu na internet. “Vou provar na Justiça que fui vítima de uma armação”, frisou o ex-parlamentar.

Ele disse que espera ganhar na Justiça Trabalhista a ação de indenização que move contra a Igreja Universal do Reino de Deus, cobrando tempo de serviço, “tudo que a lei me dá direito”, destacou.

“Vou ganhar a ação e provar que fui vítima de uma armação”, ressaltou o ex-deputado Fausto Oliveira, que preferiu não revelar nomes das pessoas que provocaram a sua saída da igreja.

Fausto, que foi nomeado pelo governador José Maranhão para um cargo comissionado na estrutura administrativa do Estado, espera assumir a titularidade do mandato parlamentar. Ele depende da convocação de um parlamentar da bancada do PMDB para assumir um cargo de primeiro escalão para ocupar a vaga.

Paraiba.com.br/NC



Escrito por Pr. Heber Dias às 12h23
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Pedreira do Templo de Jerusalém é achada no centro da cidade

 

Em pleno centro de Jerusalém, Arqueólogos israelenses descobriram uma pedreira da qual foram extraídas grandes blocos de pedra para a construção das muralhas do Templo de Jerusalém 2 mil anos atrás. A pedreira, de mil metros quadrados, foi descoberta em uma rua central da moderna Jerusalém durante uma vistoria prévia para a construção de um condomínio de casas, anunciou nesta terça-feira a Autoridade de Antiguidades de Israel. As informações são da Agência EFE.

O arqueólogo Ofer Sión, diretor do estudo em torno da descoberta, estima que o lugar foi explorado há 2030 anos, quando Herodes mandou remodelar o Templo de Jerusalém para que se tornasse um dos maiores e mais belos edifícios da região.

Herodes, de origem idumeo, reinou na Judéia entre 40 a.C. e 4 d.C.. Pela ânsia de ser aceito pelos judeus, o rei expandiu e renovou o templo em dimensões sem precedentes na região e importou outros projetos de engenharia de Roma.

Desse templo, que ficava onde hoje é a Explanada das Mesquitas, está apenas o Muro das Lamentações, o lugar mais sagrado do judaísmo, e seus alicerces escavados em áreas abaixo do nível do solo. Deles ainda podem ser vistos os blocos de pedra.

"O tamanho grandioso das pedras, até 3 metros de comprimento por 2 de largura, e 2 de altura, muito possivelmente indicam que eram destinados a construir o gigantesco projeto de Herodes em Jerusalém, incluindo as paredes do templo ", disse o arqueólogo.

As pedras foram extraídas por profundas fendas esculpidas ao redor de cada bloco de pedra e, em seguida, retiradas por cunhas de ferro ou cinzéis de 2,5 quilos.

Os blocos utilizados para as paredes do templo, que estavam a apenas um quilômetro da pedreira, pesavam entre dois e cinco toneladas.

Dois anos atrás, durante um outro projeto habitacional no norte de Jerusalém, a Autoridade de Antiguidades encontrou outra pedreira com blocos de tamanho semelhante que também faziam também parte do projeto sagrado. Mas está pedreira está muito mais afastada do perímetro da cidade antiga, cerca de oito quilômetros, o que levanta dúvidas pela dificuldade para mover os blocos.

O historiador contemporâneo que estuda a vida do monarca, Flávio Josefo, escreveu em uma de suas obras que a construção do projeto durou apenas dois anos, mas os trabalhos nas pedreiras demoraram oito anos.

Arqueólogos agora deduzem os blocos de pedra foram primeiramente extraídos da pedreira que está localizada no centro de Jerusalém e depois foram forçados a procurar mais ao norte.

As pedras do templo eram tão brancas que confundiram até o historiador que escreveu que o Templo de Jerusalém era feito de mármore.

 

Fonte: Redação Terra


Escrito por Pr. Heber Dias às 10h21
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Guilherme de Pádua, assassino da filha de Glória Perez, se torna evangélico




Por Renato Cavallera

Condenado a 19 anos de prisão pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da novelista Glória Perez, em 1992, Guilherme de Pádua tenta mostrar que se tornou um novo homem. Com a fala mansa, cabelos milimetricamente penteados e expressão tranquila, o ex-ator parece querer fugir o quanto pode da imagem do homem que, apaixonado pela colega de elenco na novela “De Corpo e Alma”, a assassinou a golpes de chave de fenda, junto com a ex-esposa Paula Thomaz.
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Após ter cumprido apenas um terço da pena, Guilherme diz estar “liberto” há 10 anos e tornou-se obreiro da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, onde congrega desde 2001. “Fiz bobagens, mas sou inofensivo. Andei fora do caminho de Deus, mas na nossa igreja não existe pecadinho e pecadão. Todos estão perdoados, a partir do momento do batismo, mas perdoados por Deus”.

A religião acabou se tornando a única alternativa para o ex-ator, que lembra que, em meio aos julgamentos da sociedade, com xingamentos e até fezes atiradas contra ele, sempre haviam dois ou três crentes com a Bíblia, pregando a paz. “Eu os achava uns malucos, mas quem mais me tratava como gente?”, questiona.

Seus conhecimentos na área de informática o levaram à Gerência de Tecnologia da Igreja Batista e hoje ele é um dos responsáveis pelo portal lagoinha.com. Sobre a época em que estava na cadeia, Guilherme conta que pegou sarna, micose, dividiu a cela com um tuberculoso e sofreu com dores de dentes sem nenhuma chance de ser atendido por um dentista. A possibilidade de suicidar-se também passou pela cabeça do ex-ator. “Olhei para uma torneira alta na cela e me passou pela cabeça amarrar a calça ali e me enforcar. Mas aí pensei nos meus pais, já tinha dado desgosto suficiente”.

Há três anos, Guilherme se casou com a produtora de moda Paula Maia, sua colega de culto. Para ele, a experiência de um novo casamento foi transformadora. “Amei pela primeira vez”, destaca, lembrando que não basta amar a própria mulher, “é preciso não cobiçar as outras. Eu me doutrino”.

Fonte: Vooz



Escrito por Pr. Heber Dias às 15h58
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ELES ACREDITAM

Um debate sobre O que a filosofia, a medicina e a ciência têm a dizer sobre o poder da fé.

Walmir Thomazi, astrônomo
Clóvis de Barros Filho, cientista social
Raul Marino Jr., neurocirurgião

Três áreas diferentes do conhecimento, um tema. Galileu e o centro de debates Casa do Saber promoveram no mês passado, em São Paulo, um bate-papo sobre ciência e fé. Participaram Raul Marino Jr., neurocirurgião, professor de neurologia na Faculdade de Medicina da USP e autor do livro A Religião do Cérebro; Walmir Thomazi, astrônomo do Departamento de Física da PUC-SP; e o cientista social Clóvis de Barros Filho, professor de filosofia da comunicação da USP e responsável pelo curso "Grandes Questões da Humanidade", que a Casa do Saber inicia a partir do dia 28 de abril. A seguir, os especialistas discutem como as relações pessoais, o amor, a medicina, a ciência e a religião são costurados pelo poder das crenças.

Galileu: Por que estudar o cérebro religioso?
Marino:
Porque é um órgão desconhecido. O cérebro cresceu em importância nos últimos 30 anos, quando descobrimos funções além dos cinco sentidos. Estudos mais recentes mostraram que a filosofia, as ciências e as emoções são geradas por ele. Nos últimos dez anos, chegou-se à conclusão de que as funções sublimes, como a espiritualidade, eram regidas por áreas cerebrais. E por que estudar? É isso o que a ciência faz. Ela investiga, busca entender como e por que as coisas funcionam. O cérebro está na ordem do dia, é o órgão supremo.

Galileu: A fé é a base das relações pessoais?
Barros Filho:
É. A fé participa do processo de socialização do mundo. Sem convicções partilhadas é muito difícil se relacionar. Essa histeria coletiva de que estamos sob uma crise econômica, sem que saibamos muito bem do que falamos, é um exemplo. Ela permite a pessoas que não se conhecem a chance de conversar. Um discurso na sociedade vale mais pelo reconhecimento de seus porta-vozes. Para compreender quais são as fés dominantes, você precisa entender quem é que manda.

Galileu: E quem manda hoje? A ciência?
Barros Filho:
O discurso científico é historicamente emergente. Mas é um entre outros. E, como todos, tem sua trajetória, sua legitimidade. É aplaudido pelos porta-vozes autorizados. Eu continuo um bom e velho cético: não tenho a menor ideia de que haja pessoas à minha frente. Estou absolutamente convencido de que tudo possa ser só uma ilusão. E, sendo assim, tudo, e rigorosamente tudo, é mesmo uma questão de fé.
Marino: A fé é o instrumento superior de conhecimento. Ela vem suprir as deficiências que a ciência encontra. A crença é um tremendo instrumento de conhecimento. Ela nos dá certezas do que não se vê. E, como não se veem 96% da matéria existente no universo, você tem de acreditar que existe alguma coisa, que está lá.

Galileu: Por que nós continuamos a ter fé no amor?
Barros Filho:
Olha, no fundo somos só uma luta, uma resistência contra o mundo que agride e por um que agrida menos. Se uma pessoa me dá alegria, a tendência é que eu me aproxime dela. Se uma pessoa me alegra mais de uma vez, tenderei a casar com ela. Ainda que seja só uma histeria e a crença de que isso dure.

Galileu: Uma ilusão compartilhada?
Barros Filho:
Sim. Eu preciso acreditar que o que me alegra hoje também possa me alegrar amanhã. Se você me perguntar, mesmo com as experiências passadas e os fracassos, por que a gente tem fé no amor, eu digo: porque se você não confiar nas experiências afetivas anteriores, aí fica no limbo absoluto.

Galileu: E o que fazer?
Barros Filho:
Crer. Casar. Ter fé. Para amarrar o mundo, garantir a alegria, afastar a tristeza. Mas este mundo nos apresenta novas coisas. Não somos hoje o que fomos, nem o que seremos. E as nossas crenças vão tendo de ser revisitadas pouco a pouco. Porque o amor é só mesmo uma questão de fé.

Galileu: Como a história da ciência se relaciona com a fé?
Thomazi:
Há casos como o do astrônomo italiano Galileu Galilei. É interessante quando a gente pensa que ele, ao mostrar a sua proposta de que o Sol ocupava o centro do Universo, não tenha apresentado nenhum argumento definitivo para o heliocentrismo.

Galileu: O que Galileu fez?
Thomazi:
Ele observou o céu, os satélites de Júpiter, Vênus e as manchas solares. Isso mostrava que o Universo não era tão imutável quanto as ideias anteriores sustentavam. Mas Galileu usa pouco esses bons argumentos. Ele utiliza raciocínios filosóficos. Alguns de seus pontos são forçados, errados aos nossos olhos. A gente percebe que ele apresentava uma posição de fé sobre heliocentrismo mais do que propriamente um conjunto de argumentos de natureza observacional ou experimental.

Galileu: Qual o papel da ciência e da fé religiosa?
Thomazi:
Um dos discípulos de Galileu, Benedetto Castelli, escreveu que a ciência deveria explicar como vão os céus, e não como se vai para o céu. Ou seja, tarefa da religião: contar como se chega ao céu. Tarefa da ciência: descobrir o que são os céus, como se movem e de que são feitos.

Galileu: E essas áreas do conhecimento nunca se encontram?
Thomazi:
A ciência e as crenças não estão separadas. Ícones da história da ciência mergulharam em questões de fé. Isaac Newton e Albert Einstein tiveram crenças em certos princípios e valores. A ciência, a partir do século 20, foi abalada pelas teorias como a quântica, que mexe profundamente com as crenças, até mesmo sob o ponto de vista do que é a realidade. Isso vai influenciar os pensamentos da filosofia de Michel Foucault, as pinturas de Paul Klee e por aí vai.

Galileu: Ter fé estende a vida?
Barros Filho:
Se estendesse, um indivíduo como o filósofo francês René Descartes teria vivido só até a infância. Como ele era o rei da dúvida, deveria ter sido fulminado por alguma enfermidade muito rapidamente.

Galileu: Mas ela faz bem?
Barros Filho:
O filósofo francês Émile Durkheim diz, falando no suicídio, que a fé religiosa é um elemento protetor da vida. Não por Deus, mas porque você convive com as pessoas, firma laços. Já que estamos sempre convivendo com a tristeza, por que só alguns puxam o gatilho? A opção suicida depende de variantes sociológicas, como o isolamento. Pertencer a um grupo pode ser uma proteção. Agora, se a fé estender a vida, é preferível ser cético. Porque haverá sempre a esperança de abreviá-la e, com isso, reduzir um pouco o desconforto da existência, que antes dela eu não me lembro de haver sofrimento nenhum [risos].

Fonte: Revista Galileu



Escrito por Pr. Heber Dias às 14h04
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Após rezar 4 missas, padre é flagrado no bafômetro e tem carteira suspensa

Esses são os "OSSOS DO OFÍCIO" !


Padre italiano exagerou no vinho e acabou flagrado no bafômetro. Ele testou positivo para 0,8 grama de álcool por litro de sangue.
Padre pretende recorrer da punição, pois a considerou injusta.

Um padre italiano identificado apenas como M.C., de 41 anos, teve suspensa a carteira de motorista depois ter apresentado teor de álcool no sangue acima do permitido. Detalhe: o padre foi parado após ter rezado quatro missas, segundo o jornal italiano "Corriere Della Sera".

De acordo com o jornal, a polícia italiana parou o padre quando ele dirigia em uma estrada entre as cidades de Milão e Turim. Ele testou positivo para 0,8 grama de álcool por litro de sangue, enquanto o permitido pela legislação italiana é de 0,5.

O padre precisou chamar amigos para poder voltar para casa. Ele justificou que o nível de álcool no sangue aconteceu em virtude de ter bebido vinho durante a celebração das missas. O sacerdote destacou ainda que é abstêmio.

O padre também pretende recorrer da punição, pois o teste positivo não se deve à ingestão de álcool de forma consciente e voluntária. Ele contratou os advogados Anna Orecchioni e Giacinto Canzona, que têm experiência nesse tipo de caso.

Fonte: Portal G1



Escrito por Pr. Heber Dias às 13h48
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Fifa Repreende Comemoração Religiosa da Seleção Brasileira

Equipe orando no final do jogo




Federação manda alerta à CBF após o Brasil ser acusado de utilizar o futebol como palco para a religião.

A comemoração da seleção pelo título da Copa das Confederações e o comportamento dos jogadores brasileiros após a vitória sobre os Estados Unidos causam polêmica na Europa. A queixa é de que o time brasileiro estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou ao Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção fizeram uma roda no centro do campo e rezaram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes europeus hoje.

Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir a seleção brasileira.

"A religião não tem lugar no futebol", afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi "exagerada". "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora", disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca.

Ao Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome "providências" e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está "monitorando" a situação. E confirma que "alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto". A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo. O Estado não conseguiu contato com Rodrigo Paiva, assessor da CBF, para comentar o caso.

Fonte: Agência Estado / NC



Escrito por Pr. Heber Dias às 13h22
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REGIS DANESE - Música Gospel no meio "Secular"


Até no Funk que rola perto de nossa igreja aqui ele toca. Quem poderia imaginar algo assim...

O milagre da multiplicação de CDs


‘Faz um milagre em mim’, o maior fenômeno musical evangélico do momento, repercute nas rádios seculares.

O cantor e compositor mineiro Régis Danese conseguiu mais do que pede a Deus na letra de seu maior sucesso musical, Faz um milagre em mim. Desde que lançou seu último trabalho, o CD Compromisso, puxado pela canção cujo primeiro verso diz “Como Zaqueu, eu quero subir o mais alto que eu puder”, em outubro do ano passado, Danese está saboreando bem mais que quinze minutos de fama. A música é um fenômeno, gruda na cabeça como chiclete e toca em todas as rádios evangélicas, seja qual for a igreja ou empresa que a controle – o que, por si só, já pode ser considerado um milagre, dada a acirrada concorrência, para dizer o mínimo, que caracteriza o setor. Faz um milagre em mim também é pedida pelos ouvintes de rádios seculares que tocam em geral funk e pagode, como a popular Nativa FM 96,5, uma das mais ouvidas do Rio de Janeiro.

“Nunca imaginei que uma canção cristã pudesse tocar numa rádio dessas, é difícil de acreditar”, diz Danese, ainda surpreso com o efeito do sucesso. Na Saara, região de comércio popular do centro do Rio, os alto-falantes dos boxes que vendem produtos evangélicos (originais ou não) despejam a canção nos ouvidos dos transeuntes o dia todo. Além de emissoras de rádio católicas, Faz um milagre em mim já foi executada até em centro espírita e em programas de TV como o do apresentador Raul Gil, da Rede Bandeirantes, e o TV Xuxa, da Globo. Tamanho sucesso – um milhão de cópias vendidas, segundo dados da gravadora Line Records – contrasta com a situação do cantor há alguns poucos meses. “Não digo que passei fome, mas para quem andava de carrão importado de repente não ter mais dinheiro para nada, com família para sustentar, é muito complicado. Mas, graças a Deus, isso mudou.”

Natural de Passos (MG), Danese iniciou sua carreira em 1989, integrando a dupla sertaneja Régis & Raí, com a qual lançou um LP pela extinta gravadora BMG Ariola. Mais tarde, em 1991, foi convidado pelo pagodeiro Alexandre Pires para participar do grupo Só Pra Contrariar. Durante cinco anos, suas composições fizeram sucesso, como Te amar sem medo, O samba não tem fronteiras e Amor verdadeiro. São dele também várias canções interpretadas por artistas como Daniel, Gian e Giovani, Cristyan e Ralph, Belo, Vavá, Elimar Santos e Alcione.

Porém, há quatro anos, Danese se converteu ao Evangelho por intermédio de um amigo, o também cantor Vandinho, que curiosamente era ministro de louvor de uma Igreja Quadrangular em Uberlândia (MG) e cantava no grupo de pagode: “Ele ficou durante anos no conjunto e sempre manteve uma postura diferente da nossa, mostrando seu caráter de homem de Deus. Certo dia, quando eu passava por um grave problema no meu casamento, ele me falou de Jesus. Recebi aquela palavra e acreditei”, lembra o compositor. A partir dali, Danese abandonou a carreira secular e passou a conviver com diversos problemas financeiros, até o milagre da multiplicação de CDs acontecer.

Consciente da realidade do mercado fonográfico brasileiro, ele não tem ilusões: “Não dá para viver com o dinheiro dos direitos autorais”, resigna-se. Danese hoje frequenta com a mulher Kelly e o filho Bruno a Assembléia de Deus de Uberlândia. Nesta entrevista a CRISTIANISMO HOJE, o artista fala sobre música evangélica, mercado gospel, direitos autorais e a sempre controversa questão da cobrança de cachês:

CRISTIANISMO HOJE – A quê você atribui o estrondoso sucesso de Faz um milagre em mim?

RÉGIS DANESE – Na verdade, essa música não foi composta por mim. A letra é da minha mulher, Kelly, e do compositor Joselito, amigo nosso. Curiosamente, eu pretendia guardar Faz um milagre em mim para o próximo CD, mas várias pessoas que a ouviram antes de ser gravada me disseram para não esperar mais. Alguns desses irmãos profetizaram para mim, dizendo que a música iria abrir as portas do Brasil para o meu ministério. Eu sempre escuto essas pessoas, pois através delas Deus pode falar. E eu tenho um certo dom para reconhecer uma canção que promete. Eu sabia que essa música tinha algo que iria pegar. No início, achei que só estava tocando no eixo Rio-São Paulo, mas vejo que está por todo lado, graças a Deus. Tem uma letra muito forte, que fala com qualquer ser humano, seja crente ou não; o pessoal se identifica com o verso “mexe com minha estrutura”. Essa palavra é a que toca as pessoas, pois vai ao encontro do que há no coração de todo mundo. Todos temos essa necessidade de que Deus vá tão fundo em nossa vida que altere toda a nossa estrutura.

Como é o processo de criação de suas composições?

Como compositor, posso dizer que a fórmula é a inspiração natural. Você está andando no carro e sente uma inspiração; então, deve parar e escrever. Mas não dá para forçar a barra e tentar repetir fórmulas ou receitas – ainda mais com as coisas de Deus.

Antes de se converter, você compunha para vários artistas da música popular brasileira. Ainda recebe pelos direitos autorais?

Não. No Brasil, não é como nos Estados Unidos. Aqui, a música é descartável. E isso está ocorrendo com a música evangélica também. Virou um comércio. A música para de tocar, você para de receber. No caso de Roberto Carlos ou Chico Buarque, por exemplo, eles recebem muito dinheiro porque fizeram músicas que não são perecíveis. Mas as minhas composições naquela época, reconheço, eram sucessos de momento, para ganhar dinheiro. A partir do momento em que eu larguei a carreira secular, que era o meu ganha-pão, passei um tempo recebendo dinheiro de direitos autorais: de três em três meses, eu recebia uma grana. Só que depois fiquei sem dinheiro. Perdi quase tudo e quase passei necessidade. Mudei de um carrão importado para um carro velho, assim que entrei na igreja. Houve quem dissesse que eu deveria voltar ao ambiente mundano. Mas com essa música, tudo mudou. O Senhor tem me abençoado.

Você acha que o sucesso dessa canção pode aumentar a aceitação das músicas evangélicas no mercado secular?

Olha, por volta de 1991, quando eu comecei a cantar sertanejo com o Raí, nenhuma rádio tocava esse tipo de música. Depois, com o sucesso de algumas duplas, o sertanejo virou febre em todo o país. O mesmo aconteceu com outros ritmos que só tinham algum espaço em rádios segmentadas, como funk e pagode, mas que venceram o preconceito e se disseminaram. O sucesso de canções gospel como Faz um milagre em mim tende a abrir mercado para a música evangélica. Ela foi cantada até no programa do padre Marcelo Rossi, na Rede Globo, e tem sido chamada de hit gospel.

Como foi sua carreira evangélica até aqui?

Meu primeiro CD, O meu Deus é forte, ninguém queria pegar. Aí, eu fui indicado como revelação masculina e melhor CD independente num concurso nacional, e só então a Line Records começou a distribuí-lo. O segundo álbum já foi distribuído pela Line. Agora, o Compromisso já chegou à marca de 1 milhão de cópias vendidas.

Foi o suficiente para você se estabilizar financeiramente?

Tenho participação nas vendas e minha vida financeira mudou da água para o vinho. Volto a dizer que, quando abandonei a música secular, perdi tudo, menos a casa onde moro. Alguém já tinha me dito que Deus iria restaurar meu patrimônio, o que está acontecendo agora.

Como é sua relação profissional com o segmento evangélico? Você cobra cachê para se apresentar nas igrejas?

No início, quando me converti, eu não precisava, pois vim do mundão com o bolso cheio. Nem aceitava oferta para cantar em igreja. Mas o dinheiro acabou e vieram as dificuldades. Minha banda é formada por nove pessoas, incluindo eu e um auxiliar. Todos os músicos são do Rio de Janeiro e são todos evangélicos. Se sou convidado para ir a um evento com cobrança de entrada, estabeleço um cachê. Mas, quando vou às igrejas, é diferente. Quando elas têm condição de nos abençoar com uma boa oferta, a gente aceita. Mas, quando é uma igreja pequena e sem recursos, cantamos de graça mesmo. Às vezes, nem levo CDs.

Quando você canta em cultos, a igreja fica obrigada a comprar determinado número de CDs?

Não. Isso não ocorre.

Alguma igreja já lhe deu calote?

Infelizmente, há igrejas que fazem isso. Já houve casos de eu ter que tirar o dinheiro do bolso para voltar para casa. A igreja fez o convite, eu fui e depois não cumpriram o acordo. Hoje, tento evitar que um compromisso não seja cumprido por parte de quem me convida. Tenho pessoas que cuidam da agenda e outros que me ajudam na questão estrutural, tratando dos detalhes. Uma agência de viagens vende as passagens para a minha banda. Na hora que a pessoa fecha a minha participação em um evento, ela já compra com essa agência de viagem as passagens de ida e volta do grupo.

Muitos cantores evangélicos cobram cachê até para cantar em cultos, e não cobram pouco. O que acha disso?

Não fico à vontade para julgar isso. É o mesmo caso daqueles cantores que se convertem, cantam nas igrejas e depois voltam para o mercado secular. Como posso criticá-los, se minha conversão é fruto desse vai e vem?

Fonte: Cristianismo Hoje




Escrito por Pr. Heber Dias às 15h17
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AS 10 DICAS PARA O LAR

 

"Que proveito terá o homem, ou mulher, se ganharem o mundo inteiro, mas perderem suas próprias famílias?".

 

Com o divórcio atingindo uma taxa de 50% e um aumento cada vez maior do segundo salário no lar, a família que conhecemos no passado, ou melhor, aquela estabelecida por Deus, encontra-se realmente, entre as espécies ameaçadas de extinção.

Casamento e família não são idéias muito populares em nossa sociedade. A família, no entanto, foi criada por Deus, muito antes dEle estabelecer qualquer outra instituição, antes mesmo da igreja.

Gostaria de sugerir o que chamaria de "DEZ DICAS" para um lar sólido, feliz e que honre ao Senhor.

 

1. Estabeleça a linha de comando de Deus. A Bíblia nos ensina que, para o Cristão, Jesus Cristo é o cabeça do lar, com a esposa sob autoridade de um marido submisso a Cristo e com os filhos sob responsabilidade de ambos.

 

2. Obedeçam ao mandamento de amarem-se mutuamente.

 

3. Demonstrem aceitação e apreciação a cada membro da família.

 

4. Os membros da família devem respeitar a autoridade de Deus sobre eles e a autoridade que Deus delegou através da linha de comando.

 

5. É importante que haja treinamento e disciplina no lar - e não somente para o cão da casa.

 

6. "Curtam-se" mutuamente e separe tempo para que a família toda possa conviver e desfrutar da presença um do outro. Qualidade de tempo não substitui quantidade de tempo. Quantidade de tempo é qualidade de tempo.

 

7. Não cometa adultério. Adultério destrói o casamento, sendo pecado contra Deus e contra o cônjuge.

 

8. Cada membro da família deverá trabalhar para o beneficio mútuo da família como um todo. Os filhos devem ter tarefas a serem cumpridas, e a eles deve ser passado que o trabalho enobrece e traz realização.

 

9. Orem e leiam a Bíblia juntos. Nada poderá unir mais a família do que esse hábito, além de ser a melhor defesa existente contra as investidas de Satanás.

 

10. Deve haver uma preocupação genuína em cada um dos membros da família, quanto à salvação uns dos outros. Isto deve estender-se além da família imediata, como avós, tios, tias, primos e agregados.

 

Não há como ser um sucesso aos olhos de Deus, se nossas famílias forem desajustadas e bagunçadas.

Billy Grahan


Escrito por Pr. Heber Dias às 14h49
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TOUCH THE FIRE - VIDEOS

 



Escrito por Pr. Heber Dias às 14h27
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TOUCH THE FIRE - VIDEOS

 

 

 



Escrito por Pr. Heber Dias às 16h05
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IMAGEM DO DIA

"A voz do SENHOR ouve-se sobre as suas águas; o Deus da glória troveja; o SENHOR está sobre as muitas águas." 

(Salmos 29 : 3)



Escrito por Pr. Heber Dias às 15h48
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O Cachorrinho Deficiente


Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.

- Entre 30 e 50 dólares, respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse: - Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes? O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.

Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:

- O que é que há com ele?

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.

O menino se animou e disse:

- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!

O dono da loja respondeu:

- Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:

- Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.

O dono da loja contestou:

- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.

Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:

- Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.

"Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são. É difícil, mas não impossível!!!!!!

Que Jesus Cristo, que nos amou incondicionalmente derrame sobre nós hoje e sempre o verdadeiro sentido da palavra Amor e Amizade..."



Escrito por Pr. Heber Dias às 15h46
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